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Veja como a Algar atua pela diversidade de etnia

O respeito à diversidade racial é muito importante para que todos possam construir uma sociedade cada vez mais justa, baseada em pilares como igualdade, equidade e justiça. Por isso, a Algar tem forte compromisso com essa missão, que faz parte de um dos eixos do programa Algar Sem Barreiras.

A iniciativa entende que diferentes somos mais. Por causa disso, o programa mapeou informações e buscou compreender pontos importantes sobre diversidade, além de criar ações para desenvolver uma Algar mais diversa nas frentes LGBTI+, Gênero, Etnia, Gerações e PCDs.

Neste artigo, vamos falar da importância de discutir o combate ao racismo e o respeito à diversidade racial, ideias que são primordiais para o eixo do programa Algar Sem Barreiras – Etnia.

 

Por que falar em etnia

 

Pessoas negras formam mais de 56% da população, de acordo com dados do IBGE. Dessa forma, quase 110 milhões de pessoas são pretas ou pardas no Brasil. Porém, barreiras como o racismo aparecem de forma recorrente na vida desse grupo.

 

Isso porque o Brasil tem mais de 300 anos de escravidão em sua história. A abolição aconteceu há apenas 132 anos, em 1888, e as consequências desse período estão nos índices de violência urbana, desemprego e desigualdade social, que atingem as pessoas negras de forma desproporcional. Pesquisas indicam, por exemplo:

 

  • O salário das pessoas negras corresponde, em média, a 56% dos rendimentos de pessoas brancas; 
  • Apenas 4,7% dos executivos das 500 maiores empresas são negros;
  • Somente 34% dos alunos de ensino superior são da raça negra;
  • A população negra tem 2,7 mais chances de ser vítima de assassinato do que a branca.

 

Além disso, existem estereótipos e estigmas que relacionam pessoas negras a ideias negativas e, dessa maneira, reforçam o racismo que foi consolidado desde o período da escravidão. Por isso, é fundamental discutir ideias e repensar conceitos que podem ser racistas, direta ou indiretamente.

Da mesma forma, pessoas pertencentes a grupos como asiáticos, indígenas e outros devem ser tratadas de forma cordial e sem preconceitos relacionados a estigmas impostos a esses grupos. Jamais relacione um grupo social a ideias negativas ou estereotipadas. Veja mais no vídeo abaixo:

 

 

Para contribuir com o combate ao racismo e com o respeito à diversidade de etnias, a Algar promove o programa Algar Sem Barreiras. 

 

Eixos do Programa Algar Sem Barreiras

 

As frentes LGBTI+, Gênero, Raça, Gerações e PCDs fazem parte do Programa Algar Sem Barreiras.

Desse modo, outra iniciativa do programa Algar Sem Barreiras é o Sem Barreiras Talks, o espaço criado para discutir temas relacionados ao programa e dar espaço aos colaboradores que trabalham no grupo Algar e que integram os setores sociais representados pelas frentes de atuação do programa.

Já foram realizados encontros sobre as frentes LGBTI+, PCDs, e Gênero

A edição deste ano, foi em homenagem ao Dia da Consciência Negra e nossos algarianos convidados Thiara Limirio – CSC Algar, Adélia Maria – Instituto Algar, Antônio Magno – Algar Farming, Stefhany Pereira – Algar Telecom com mediação de Jefferson Borges – ex-associado Algar Tech –  discutiram sobre o racismo no Brasil.

No evento, pudemos conhecer um pouco mais a trajetória de cada um dentro do grupo Algar e suas experiências de vida como um todo, e foi um bate papo muito rico sobre a desigualdade racial que sofrem por serem pessoas negras, a experiência na constante luta contra o racismo e a falta de representatividade que identificavam no dia a dia. Confira alguns depoimentos que foram abordados durante o evento:

Jefferson reforçou sobre a falta de representatividade, quando chega em um espaço e não vê pessoas iguais a ele, e assim ele se torna o diferente. Isso acaba trazendo dificuldades e até mesmo o medo de não ser aceito, por não ter alguém como ele, uma pessoa negra.

A Adélia também retratou alguns acontecimentos de sua infância, o quanto ela sentia a falta de identidade por ter os cabelos alisados pela mãe, desde os 6 anos de idade, porque na visão dela era necessário representar cabelos lisos.

O Antônio contou que na sua infância sofreu bulling e não era defendido quando alguém o atacava verbalmente pelo fato de ser negro. Com isso, ele se sentia excluído na escola e não se sentiu à vontade para continuar os estudos.

A Thiara também retratou um acontecimento sobre racismo que sofreu por não apresentar estereótipo que uma pessoa esperava em um processo de seleção e, após resolver o problema, ela entendeu que a atitude teria sido grosseira e ficou magoada com a situação e a experiência ruim.

O evento, deu voz aos nossos algarianos para contar como é a luta diária contra o racismo e a desigualdade racial.

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