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Em SP, resíduos recicláveis valem alimentos.

Moradores do Guarujá podem trocar materiais recicláveis por frutas, pães e peixes.

29 de agosto de 2017 / Por: Redação

Além do sucesso com as praias que atraem vários turistas, o Guarujá, no litoral Paulista, também faz bonito quando o assunto é sustentabilidade.

A cidade possuí um projeto onde é possível trocar resíduos sólidos recicláveis por alimentos, o “Reciclou, Levou”. Trata-se de um programa realizado pela prefeitura com o objetivo de incentivar a prática da coleta seletiva entre a população.

Foto: Gilberto Benzi/Arquivo Pessoal

A iniciativa funciona assim: os moradores vão até o caminhão da Cooperben (Cooperativa de Beneficiamento de Materiais Recicláveis e Educação Ambiental do município) com resíduos plásticos – como garrafas PET, embalagens de produtos de limpeza e sacolas plásticas – e óleo de cozinha usado. Esses materiais são pesados e convertidos em cupons de compra, que podem ser trocados em três diferentes estabelecimentos, vinculados à prefeitura: o Caminhão do Peixe, a Panificadora Solidária e a Feira da Economia Solidária.

Cada resíduo tem um valor, dependendo do material e peso. 1 kg de PETs, por exemplo, vale R$ 0,70. Já um litro de óleo de cozinha usado rende R$ 0,50.

Esse é um ótimo jeito de incentivar a população a reciclar seu lixo, não é? Além de diminuir o impacto ambiental, a ideia movimenta a economia regional e ajuda os moradores a economizar.

Foto: Gilberto Benzi/Arquivo Pessoal

“A ideia é criar em todos os bairros. A gente quer que cresça. O importante é que seja autosustentável. Para a dona de casa, é uma economia. Para os cooperados, gera mais emprego e é menos lixo no meio ambiente. Em uma semana, tivemos um retorno muito bom. As pessoas gostaram da ideia, tanto o aspecto financeiro, como social e ambiental”, falou Gilberto Benzi, secretário de Desenvolvimento Econômico e Portuário de Guarujá.

Mora em Guarujá?
Para saber onde está o caminhão da Cooperben, acompanhe o Facebook da Prefeitura. Na página, eles divulgam a programação do Caminhão do Peixe, que é a mesma do caminhão da cooperativa.

Fonte: The Greenest Post