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Como pensar na transformação digital em um mundo Millennial

Empresas especialistas em digital se reúnem para pensar a forma como a transformação tem sido trabalhada.

06 de outubro de 2017 / Por: Redação

Na era dos Millennials, transformação digital é um tema que dispensa apresentações. Afinal, eles já nasceram conectados. Sendo assim, quem deve se aprofundar nesse tema e se adaptar ao mundo tecnológico é o mercado. Mas como fazer isso? Essa foi uma das discussões do CONAREC 2017.

ENTENDER O TARGET

Na ocasião, o diretor comercial do Twitter, Cadu Aun, evidenciou a importância de entender o público-alvo e suas demandas.

“A transformação é uma constante no negócio do Twitter, uma vez que nossa audiência nos passa insights o tempo todo”, disse.

TRABALHO QUALITATIVO

Cláudio Yamaguchi, sócio e head de Programas do Tera, compartilhou que trabalhava com uma base volumosa e hoje isso se transformou em algo mais qualitativo – o que não prejudica a forma como a empresa entende o cliente.

A TECNOLOGIA COMO UM MEIO

“Já somos baseados na realidade Millennial”, contou Leandro Barankiewicz, chief de B2B Operations & New Business da 99 Corp, empresa que já nasceu digital.

Leandro entende que as ruas foram feitas para as pessoas, as quais estão cada vez mais numerosas. “Meu produto precisa apoiar para que a experiência seja a melhor possível. Parte do sucesso da 99 está baseado no pressuposto de que a tecnologia é um meio, mas não o fim”.

ATENDIMENTO HUMANO, MAS QUE TAMBÉM RESOLVE

Quando se fala em canais de relacionamento, alguns dados mostram que há uma insatisfação dos clientes, mesmo com tantos meios disponíveis. Nesse sentido, Marco Aurélio, Diretor de Transformação Digital da Algar Tech, levou uma reflexão que mostra o que pode ser a fonte desse descontentamento e uma solução, que envolve a autonomia do atendente: “Não adianta atender de forma humanizada e não resolver a questão apresentada pelo cliente”, afirmou.

AS REDES SOCIAIS

Leandro Barankiewicz, da 99, levantou a questão de que, quando o cliente está insatisfeito, ele relata a sua história nas redes sociais. “Nosso consumidor não quer falar conosco”, disse. “Temos que eliminar o problema antes de ele entrar em contato”.

VIVER NA PRÁTICA

Leandro também falou sobre a importância de viver a experiência do cliente. Comentou que na empresa há "rituais", como atender de duas a três horas por mês a central e testar frequentemente o app.

OUSADIA

Cadu, do Twitter, citou um ótimo exemplo de uso da internet: a GOL utilizou o Twitter para que os consumidores fizessem o check-in pela rede social. “As empresas não podem deixar essas oportunidades passarem”, disse.

E então, pronto para surpreender a geração y?

Fonte: Consumidor Moderno