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Futebol, paixão e negócio

Europa prova que torcedores são os grandes 'clientes' do futebol e geram muita receita quando mercado é bem explorado

14 de julho de 2016 / Por: Redação

A indústria futebolística movimenta anualmente mais de R$550 bilhões, e os clubes desbravam oportunidades em tal mercado. Para isso, se valem de uma velha e boa máxima: agradar aos torcedores, os verdadeiros e potenciais clientes do mundo da bola. No Brasil, apesar de avanços, a relação entre time e seu 'público consumidor' ainda engatinha. O cenário bem diferente do europeu.

Os programas de sócios-torcedores andam ajudando a mudar o mercado do futebol no país, pois apelam, justamente, a um consumidor fiel, apaixonado e disposto a comprar. A venda de produtos licenciados também é um nicho a ser explorado. Os clubes até investem nas suas próprias lojas oficiais, mas ainda esbarram na distribuição. A discrepância com os europeus é assustadora. O Real Madrid, líder em arrecadação com comércio e marketing, por exemplo, garante mais de R$ 950 milhões/ano aos seus cofres com comércio e marketing.

A parceria com os clientes não é um privilégio do futebol. O grupo empresarial Algar enfatiza o trabalho 'próximo' a empresas e pessoas. Por meio da atuação nos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Agro, Serviços e Turismo, se destaca com o slogan ‘Gente servindo de gente’.

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