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Cafeterias propõem novas relações de consumo

Duas cafeterias de São Paulo trabalham com modelos diferenciados para precificar seus produtos e oferecer experiências únicas e justas de consumo.

13 de fevereiro de 2017 / Por: Redação

Como transformar o cafezinho de cada dia em uma experiência única para o consumidor?

Duas cafeterias de São Paulo estão mostrando que é possível criar novas relações de consumo mais conscientes e rentáveis.

A Lemni, por exemplo, é um espaço que segue o modelo anti-café. Esse conceito é inspirado nas cafeterias de Moscou, na Rússia, que não cobram pelo consumo, mas pelo tempo de permanência na casa.

O visitante recebe uma comanda com o horário de chegada, consome diversos tipos de cafés e outros itens do cardápio e paga somente o período passado no local. O valor praticado é de R$12 a cada meia hora e após esse período, R$ 3 a cada 15 minutos.

Ela é basicamente um espaço de coworking, com grandes mesas retangulares, tomadas, luminárias e Wi-fi gratuito para encontros ou reuniões de trabalho.

Já a cafeteria Preto Café, trabalha com o conceito de “pague o quanto quiser”, ou seja, o cliente fica a vontade para definir o preço dos produtos e serviços.

Para que essa relação seja mais justa, a cafeteria expõe todos os custos financeiros para se manter, como preço de aluguel, equipamentos, comida, entre outros. A ideia é promover relações mais transparentes e humanas de consumo.

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