Uma máquina de beneficiar arroz, criada em 10 de outubro de 1930, foi a primeira empresa do grupo Algar cujo nome é formado pelas inicias de seu fundador, Alexandrino Garcia: um homem visionário, a frente de seu tempo, com uma capacidade extraordinária de superar desafios e genuíno compromisso de trabalhar para servir as pessoas.

Nas décadas seguintes, Alexandrino Garcia empreendeu em vários outros negócios como, por exemplo, posto de gasolina, revendedora de automóveis e caminhões. E não parou por aí.

Nos anos cinquenta, Alexandrino Garcia já era um empresário bem-sucedido e presidia a ACIUB – Associação Comercial e Industrial de Uberlândia. No entanto, decidiu empreender no negócio de telecomunicações para melhorar e agilizar o serviço de telefonia que, naquela época, levava até sete dias para completar uma simples ligação entre Uberlândia e São Paulo. Com outros membros da Associação, liderou a formação da Companhia de Telefones do Brasil Central, hoje Algar Telecom, e adquiriram a Telefônica Teixeirinha – empresa que controlava os serviços telefônicos em Uberlândia e outras cidades da região.

Alexandrino Garcia acreditava que era possível levar o “País ao topo do universo”. Por isso, mobilou e liderou muita gente para fazer o interior de Minas falar. E não media esforços para expandir a rede da operadora. Incansável e obstinado, era o primeiro a descer de um caminhão e fincar postes nas ruas.

Os anos passaram e o grupo Algar cresceu, conquistou todo o território brasileiro e se internacionalizou tendo como base o legado de seu Fundador que tem sido praticado pelos seus associados – como são chamados os colaboradores – e, sobretudo, pela liderança inspiradora de seus sucessores, Luiz Alberto Garcia e Luiz Alexandre Garcia – respectivamente filho e neto de Alexandrino Garcia.

Mesmo sendo uma organização familiar, o grupo Algar é reconhecido por sua Gestão Profissionalizada e Governança Corporativa, madura e estruturada, bem como por sua Cultura e Propósito de Servir.

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